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Os apelos para que a transição no uso de energia no mundo se intensifique e o uso majoritário de fontes energéticas deixe de ser ancorado nos combustíveis fósseis (como petróleo e carvão) e migre para a chamada energia limpa alcançou níveis urgentes, explica um relatório da agência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU).  Ainda que a civilização humana passe por algum tipo de transição energética desde seus primórdios, o nível de extração, queima e consumo de combustíveis fósseis a partir da Revolução Industrial vem gerando níveis de poluição recordes nos últimos anos, os quais são responsáveis pelo aquecimento do planeta e pela mudança climática.  Por isso mesmo e de acordo com a OMM, “estamos lutando contra o tempo”. A adoção do uso de energias consideradas renováveis – como a solar, a eólica, a hidrelétrica e os biocombustíveis – ainda está em ritmo mais lento do que deveria, apesar de seu uso estar previsto para dobrar até 2030, continua a entidade.  O setor energético global sozinho é responsável por cerca de 75% das emissões globais de gases de Efeito Estufa (os GEEs), continua a fonte. “A melhoria da eficiência energética e a busca por matrizes mais limpas são vitais para prosperarmos no século 21”, defende Petteri Taalas, chefe da OMM. (Vale a pena ler também: TFFF – O Fundo Florestas Tropicais realmente pode ajudar na preservação das florestas do mundo? NatGeo explica) Painéis solares mostram o desenvolvimento da energia renovável no deserto da Califórnia, nos Estados Unidos, um dos estados mais “verdes” do país. Segundo a agência do clima da Organização das Nações Unidas, a transição energética chegou a um momento urgente e crucial por causa da crise climática e o aquecimento do planeta. Foto de Tom Brewster/Agência de Gestão de Terras da Califórnia (Bureau of Land Management California) O Brasil é referência mundial na transição energética Dentro do cenário de transição energética, o Brasil sai na frente, já que a matriz elétrica brasileira já é renovável e baseada em fontes com baixa emissão de GEEs”, informa um artigo sobre o tema da Agência Nacional de Energia, um órgão do Ministério de Minas e Energia brasileiro.  Atualmente, “o país já utiliza 48% de energia renovável, acima da média mundial que é de 15%“, informam dados do Ministério de Minas e Energia, ainda que o potencial para explorar recursos hídricos, solares e eólicos continue sendo grande.  O Brasil também é líder em uso de energia limpa dentro do G20, à frente de Canadá, Alemanha e Reino Unido, por exemplo, como explica um ranking da EMBER, uma organização independente de energia que promove a transição para energia limpa.  Em relação ao uso de biocombustíveis, o Brasil também se sai bem, a ponto de servir de consultor para outras nações, como a Índia, por exemplo. A nação mais populosa do mundo vem adotando o uso do etanol (e a produção de cana-de-açúcar) depois de ser assessorada por um time brasileiro de especialistas, como contou o presidente da COP30 André Corrêa do Lago, em entrevista ao podcast de notícias “A Hora”.  A Índia, inclusive, tem uma ambiciosa meta de atingir 500 GW de capacidade de energia não-fóssil em 2030, afirma a Agência Internacional de Energia. (Conteúdo relacionado: O que a capital da COP30 no Brasil esconde? Descubra os 3 fatos sobre Belém, a metrópole da Amazônia) O fim da energia baseada em combustíveis fósseis é essencial para controlar a crise climática e evitar o aumento da temperatura do planeta até um ponto de não-retorno.  Foto de Kim Seng (CC BY-NC-ND 2.0) Transição energética: em busca da meta zero de emissões para 2050 A Organização Meteorológica Mundial afirma também que a meta com a qual as nações devem trabalhar é a de zerar as emissões de GEEs até o ano de 2050.  “Mas só chegaremos lá se dobrarmos o fornecimento de eletricidade de baixa emissão nos próximos oito anos”, diz. Ao mesmo tempo e segundo o relatório “World Energy Outlook 2024”, da Agência Internacional de Energia (AIE), “até 2035, é esperado que o mundo adicione, a cada ano, o valor equivalente às necessidades de energia elétrica do Japão (que é de 909 terawatts-hora)”. Neste cenário também tem se destacado atualmente a China. Apesar de ainda estar entre os países que mais emitem gases do Efeito Estufa, a nação “vem liderando aumento da capacidade de eletricidade renovável”, diz a AIE, “com quase 350 GW adicionados em 2023, dois terços de toda a implantação global”, detalha a fonte.  Ainda de acordo com a EMBER, que faz o monitoramento sobre o uso de energia renováveis, alguns dados recentes merecem destaque. Entre eles estão: Em contrapartida, em 2024 ainda se registrou um crescimento de 1,4% na geração a partir de combustíveis fósseis e 40Mt (milhões de toneladas) de gás metano vazado de minas de carvão em 2024, o que significa que ainda há muito, muito trabalho para ser feito na transição energética.  Fonte: National Geographic Link da Matéria

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O presidente Lula surpreendeu muita gente dentro e fora do governo, durante a Cúpula dos Líderes da COP30, em Belém, ao anunciar um fundo dedicado exclusivamente à transição energética. A iniciativa seria bancadapelos recursos da exploração do petróleo. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, no entanto, garante que sabia da iniciativa do presidente da República e que tinha conversado com ele antes da conferência começar. O fundo, agora, será desenhado na CNPE, o Conselho Nacional de Política Energética, ligado à pasta. “Nos criamos cinco grupos de trabalho para convergir sustentabilidade com desenvolvimento econômico”, disse Silveira na abertura da COP30. “Vou defender que o fundo deva ter uma parte para a transição energética e outra para inclusão social”. Não há, por enquanto, qualquer modelagem pré-estabelecida. Não se sabe a porcentagem da venda de petróleo destinada ao fundo, nem se os recurso svirão apenas da exploração novos poços de petróleo. “Isso vai ficar para a próxima reunião do CNPE”, diz Silveira. “Dei até a ideia de que o dinheiro não venha vir só do petróleo. Tem mineração também”. Explorar recursos naturais, inclusive combustíveis fósseis para acelerar a migração para fontes não poluidoras de energia é o discurso oficial do governo Lula para justificar a exploração de mais petróleo, inclusive na Margem Equatorial, localizada na foz do Rio Amazonas. “Precisamos dar exemplo para o mundo com mais ações práticas e o fundo de transição energética pode ser uma possibilidade da gente achar uma governança para a transição energética. A princípio seria um exemplo para o mundo você ter recursos advindos de fontes não renováveis”, finalizou Silveira. Fonte: Veja Link da Matéria

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BELO HORIZONTE — O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (10/11), a consulta pública sobre o primeiro leilão de armazenamento do país, previsto para abril de 2026. A contratação será de sistemas de armazenamento de energia em baterias eletroquímicas (SAEs) e deve ocorrer no modelo de leilão de reserva de capacidade (LRCAP). O montante contratado não foi divulgado, mas em outubro o ministro do MME, Alexandre Silveira (PSD), estimou que o leilão deve ter 2 GW de demanda. Segundo a portaria, os sistemas devem realizar a recarga completa em até seis horas, com disponibilidade de potência máxima de quatro horas diárias e acima de 30 megawatts (MW). Além disso, o Operador Nacional do Sistema (ONS) poderá despachar o recurso por mais de quatro horas diárias com potência em valores proporcionalmente inferiores à disponibilidade máxima. Ao contrário de outros leilões, os empreendimentos não precisarão apresentar licença prévia, de instalação ou de operação do sistema de energia. Fonte: EixosLink da Matéria

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Por Wilian Miron São Paulo, 06/11/2025 – O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) terá pico de R$ 734,46 por megawatt-hora (MWh) em todos os submercados às 19h nesta quinta-feira, 06. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O PLD mínimo do dia é de R$ 319,21 por MWh no Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, e de R$ 319,20 por MWh no Sul. Em todos os casos, o menor valor será às 12h. Já o PLD médio diário ficará em R$ 370,24 por MWh no Sudeste/Centro-Oeste e Norte, e em R$ 370,23 no Sul e no Nordeste. Contato: energia@estadao.com Fonte: Broadcast Link da Matéria

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SÃO PAULO (Reuters) – A carga de energia elétrica no Brasil deve aumentar 0,9% em novembro na comparação anual, para 81.984 megawatts médios (MWm), segundo projeções divulgadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nesta sexta-feira. Em boletim, o órgão também estimou que as chuvas que deverão chegar às usinas hidrelétricas do país ficarão abaixo da média histórica na maioria dos subsistemas, com exceção do Sul, onde devem atingir 105% da média de novembro. A expectativa é de energia natural afluente em 71% da média no Sudeste/Centro-Oeste, 40% no Nordeste e 64% no Norte. O nível dos principais reservatórios de hidrelétricas do país, concentrados no Sudeste/Centro-Oeste, deverá atingir 43,1% da capacidade ao final de novembro, 1,1 ponto percentual abaixo do nível registrado nesta sexta-feira, segundo a previsão do ONS. Fonte: UOL Link da Matéria

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Bandeira vermelha, patamar 2, foi acionada para a conta de luz de outubro; tarifa não era utilizada desde 2021

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