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OPIN integrará informações climáticas como monitoramento em tempo real de emissões e sistemas de energia renovável Brasil e Índia lançaram no sábado (21/2) uma iniciativa que pretende utilizar a Infraestrutura Pública Digital (DPI, na sigla em inglês) para acelerar a implementação de ações climáticas em nações do Sul Global. A Rede Aberta de Inteligência Planetária (OPIN) foi anunciada durante a visita de Estado do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Índia, após a Cúpula sobre Impacto da Inteligência Artificial encerrada no domingo. De acordo com o governo brasileiro, a OPIN apoiará a integração de informações climáticas e de desenvolvimento em múltiplas escalas — do monitoramento em tempo real de emissões e sistemas de energia renovável à criação de plataformas digitais que viabilizem intervenções mensuráveis de redução de emissões, fortalecimento da resiliência e mobilização de recursos. Com isso, espera garantir informação confiáveis e acessíveis para alimentar uma rede de inteligência capaz de acelerar mobilização de financiamento, tecnologia e recursos de capacitação para o Sul Global. “No contexto da Parceria Digital Índia-Brasil para o Futuro, os líderes elogiaram o lançamento da Rede Aberta de Inteligência Planetária (OPIN) e expressaram o firme interesse de ambos os países em alavancar as DPIs para acelerar o desenvolvimento sustentável e fortalecer a ação climática nos países em desenvolvimento”, diz a declaração conjunta assinada por Lula e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Atrás apenas da China e dos Estados Unidos, a Índia é o terceiro maior emissor global de gases de efeito estufa, impulsionado pelo uso intenso de carvão como fonte de energia. Em julho de 2025, o país chegou ao marco de 50% de capacidade instalada de eletricidade a partir de fontes não fósseis — cinco anos antes da meta estabelecida em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) para o Acordo de Paris. Dos 484,82 GW instalados, 48,27% (234 GW) são renováveis, incluindo grandes hidrelétricas e mais 1,81% (8,78 GW) nuclear. A geração térmica fóssil responde pelos outros 49,92% (242 GW).

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Projeções indicam nova pressão na conta de luz em 2026, impulsionada por aumento bilionário de subsídios, risco climático e possível acionamento de bandeiras tarifárias mais caras. Estimativas do mercado apontam reajustes acima da inflação e cenário pode se agravar conforme comportamento dos reservatórios. A conta de luz deve voltar a subir acima da inflação em 2026, com estimativas que variam de cerca de 5% a 8% e, em um cenário mais adverso, podem chegar a até 12%, segundo projeções de consultorias e bancos que consideram clima, uso de térmicas e subsídios embutidos na tarifa. O gatilho mais imediato é o orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético, a CDE, que concentra políticas de subsídio do setor e é bancada majoritariamente pelos consumidores por meio das tarifas, pressionando o custo final pago em residências e pequenos comércios. Para 2026, a Aneel colocou em consulta pública um orçamento total da CDE em torno de R$ 52,7 bilhões, com R$ 47,8 bilhões na parcela CDE-Uso, que é rateada nas contas e serve de referência para as cotas provisórias recolhidas a partir de janeiro. Por que a tarifa pode subir acima do IPCA Além do aumento de subsídios, o valor da conta tende a reagir ao custo de geração em períodos de estresse hídrico, quando o sistema aciona fontes mais caras e repassa parte do impacto ao consumidor via reajustes anuais e, quando acionadas, pelas bandeiras tarifárias. Na estimativa da PSR citada em reportagens, a tarifa residencial fecharia 2026 com alta na casa de 7,95%, cerca de quatro pontos acima de uma inflação projetada ao redor de 3,95% no relatório Focus usado como referência naquele recorte. Ainda que o Focus mais recente já tenha mostrado oscilações na mediana do IPCA de 2026, o alerta central permanece: a combinação de reservatórios em níveis mais baixos, despacho de termelétricas e encargos crescentes tende a empurrar a conta para cima. Segundo o diretor-presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso, “os fatores que atuam para elevar a conta de luz são o custo de acionamento das térmicas, o risco hidrológico pago em contratos com hidrelétricas e o acionamento de bandeiras tarifárias”, que se agravam em cenário hidrológico desfavorável. Bandeiras tarifárias e impacto do clima As bandeiras funcionam como uma cobrança extra quando o sistema precisa recorrer a geração mais cara, como termelétricas, e variam de verde, sem adicional, a amarela e vermelha, com valores mais altos, refletindo o custo marginal de operação. No mesmo diagnóstico, o economista-chefe do Banco BMG, Flávio Serrano, atribui boa parte da incerteza ao clima e diz que a projeção dele considera um cenário mais moderado, mas que o fechamento do ano com bandeira mais pesada poderia levar a alta para perto de 12%. Dados oficiais do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico indicam que, ao fim de janeiro, os níveis de armazenamento estavam em 47% no Sudeste/Centro-Oeste, 59% no Sul, 54% no Nordeste e 59% no Norte, reforçando que a situação pode melhorar com chuvas, mas também pode se deteriorar no período seco. O Ministério de Minas e Energia e o ONS têm informado que acompanham a evolução do período chuvoso e as condições hidrológicas e de armazenamento, com atenção a bacias específicas e à estratégia de operação para recompor reservatórios e reduzir riscos ao Sistema Interligado Nacional. Subsídios da CDE e peso na tarifa O aumento projetado da CDE se relaciona a uma série de políticas, como descontos tarifários para consumidores de baixa renda, famílias do meio rural e usos específicos, entre eles irrigação e aquicultura, custos que são socializados na tarifa mesmo para quem não é beneficiário direto. Ao mesmo tempo, análises setoriais apontam que a tarifa tem mostrado tendência de crescer acima da inflação por longos períodos, com efeitos diretos no orçamento doméstico e na estrutura de custos de empresas, sobretudo na indústria e em serviços intensivos em energia. A inflação de 2025 ajuda a explicar por que o tema voltou ao centro do debate: o IPCA acumulou 4,26% no ano, e a energia elétrica residencial subiu 12,31%, sendo o subitem com maior impacto individual no índice, segundo divulgação oficial do IBGE. Excesso de oferta e cortes de energia renovável Embora a alta de 2025 tenha pesado, uma parcela do impacto foi amortecida por descontos associados ao bônus de Itaipu, mecanismo aprovado pela Aneel e divulgado como crédito que chega ao consumidor conforme critérios de consumo e elegibilidade definidos para o Sistema Interligado Nacional. Mesmo com instrumentos de abatimento, a pressão estrutural segue: o custo médio do megawatt-hora citado em reportagens alcançou R$ 786,76, patamar apontado como o maior desde 2011, em linha com a trajetória de encarecimento destacada por agentes do setor. Serrano resume o efeito macroeconômico ao afirmar que “o aumento dos preços de energia impacta negativamente os custos de produção e eleva o custo de vida das famílias”, destacando como a conta de luz atravessa orçamento doméstico e competitividade de empresas. O encarecimento ocorre num cenário em que o país convive com capacidade de geração acima da demanda em parte do tempo, o que leva o operador a realizar cortes de geração para preservar a segurança do sistema, sobretudo em parques eólicos e solares quando há risco de sobrecarga. Levantamento atribuído à Volt Robotics, repercutido por veículos especializados, estima que cerca de um quinto do potencial de geração eólica e solar em 2025 teria sido “desperdiçado” por curtailment, com perdas financeiras estimadas em torno de R$ 6,5 bilhões. Enquanto o setor busca formas de compatibilizar expansão renovável, transmissão e demanda, cresce a expectativa de que medidas de mercado, como mais chuvas e menor consumo, e medidas regulatórias, como uso de receitas de concessões para reduzir encargos, possam aliviar parte da pressão tarifária. Com um orçamento de subsídios elevado, risco climático no radar e um sistema que ora corta renováveis por excesso, ora aciona térmicas por falta de água, que combinação de decisões — regulatórias e operacionais — pode de fato impedir que a conta de luz volte a surpreender o consumidor em 2026?

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Para preservação dos recursos hídricos, Operador vem atuando com defluência reduzida O boletim do Programa Mensal da Operação (PMO) da semana que vai de 21 a 27 de fevereiro apresenta um cenário para a Energia Armazenada (EAR) acima de 50% em três subsistemas ao final de fevereiro. São eles: o Nordeste, com a maior estimativa, tem indicação 69,3%; o Norte, com 67,8%, e o Sudeste/Centro-Oeste,  região que concentra 70% dos reservatórios de maior relevância para o SIN, a estimativa de EAR está 57,4%, ao final do mês. Já no Sul, a previsão é que a EAR pode chegar a 42,2%. As projeções de Energia Natural Afluente (ENA) estão acima de 80% da Média de Longo Termo (MLT) nos subsistemas Nordeste (91% da MLT) e Sudeste/Centro-Oeste (88% da MLT). No Norte, a previsão é de 66% da MLT; e, no Sul, 52% da MLT.  “Monitoramos continuamente as condições de atendimento eletroenergético do Sistema Interligado Nacional (SIN), acompanhando a evolução das afluências e os níveis de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. A expectativa é de que a recuperação gradual dos níveis de armazenamento sigam em andamento, porém está condicionada ao volume de chuva dos próximos meses”, explica Marcio Rea, diretor-geral do ONS. Os cenários prospectivos para a demanda de carga são de desaceleração no Sistema Interligado Nacional (SIN) e duas regiões. O recuo no SIN é de 3,7% (85.866 MWmed). Entre os subsistemas, a redução mais significativa deve ser verificada na região Sudeste/Centro-Oeste, 6,7% (47.706 MWmed), seguida pela Sul, 2,9% (16.311 MWmed). Para o Norte, a estimativa é de avanço de 4,7% (8.080 MWmed), assim como Nordeste, 2,4% (13.769 MWmed). Todos os dados são comparativos entre a projeção para fevereiro de 2026 ante o mesmo período do ano passado. O Custo Marginal de Operação (CMO) é o mesmo para todos os subsistemas, no valor de R$ 316,18. Clique aqui para conferir o relatório na íntegra.

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Documento estabelece cronograma, critérios de habilitação e condições para participação no processo digital de venda dos certificados A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica -CCEE e a Itaipu Binacional anunciam a abertura do edital do mecanismo concorrencial para a venda de Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-RECs), lastreados na geração de energia da usina em 2025. A iniciativa inaugura um modelo estruturado e transparente de comercialização desses ativos no país. O edital estabelece as regras, prazos e condições para participação no processo competitivo, que será realizado de forma integralmente digital entre os dias 23 e 25 de fevereiro de 2026, das 10h às 18h (horário de Brasília). O formato online amplia o acesso de participantes de todo o país, assegura isonomia entre os interessados e reforça a governança do processo.     A chamada pública inédita consolida uma nova fase do mercado voluntário de atributos ambientais no Brasil. Ao detalhar critérios objetivos para habilitação, apresentação de propostas e definição dos vencedores, o edital oferece previsibilidade e segurança jurídica aos agentes interessados na aquisição de certificados vinculados a uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo. Os I-RECs ofertados estarão associados à geração de energia renovável de 2025 e contarão com dupla certificação: o reconhecimento internacional do padrão I-REC e o Selo CCEE Origem, mecanismo que assegura rastreabilidade, integridade das informações e alinhamento às melhores práticas de mercado. A parceria entre CCEE e Itaipu une a experiência técnica da Câmara na operacionalização de mecanismos de mercado e certificação de energia renovável à relevância estratégica de Itaipu como referência global em geração limpa. A abertura do edital representa um passo consistente para fortalecer o ambiente de negócios, ampliar a liquidez do mercado de certificados e apoiar empresas que buscam avançar em suas metas de descarbonização e compromissos ESG. As condições completas de participação, cronograma detalhado e orientações operacionais estão disponíveis no edital publicado nos canais oficiais da CCEE.

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Geraldo Campos Jr., da Agência iNFRA O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou irregularidades na portaria editada pelo MME (Ministério de Minas e Energia) para regulamentar a MP (Medida Provisória) 1.212/2024, que prorrogou prazos para a entrada em operação de usinas incentivadas com subsídios. Nesta quarta-feira (11), a corte entendeu que a pasta “extrapolou os limites legais” no texto e deu 30 dias para que a portaria 79/2024 seja reformulada. Leia o acórdão neste link.  Segundo o tribunal, o trecho problemático foi o que possibilitou “alterações irrestritas das características técnicas e da localização dos empreendimentos”. O relatório do ministro Walton Alencar diz que a norma permitiu transformar o subsídio em “ativo financeiro negociável”, desvinculando o benefício do projeto inicialmente autorizado e ampliando indevidamente o universo de beneficiários.

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A conta de luz residencial deve crescer acima da inflação. Segundo consultorias do setor elétrico, essa projeção tarifária gira em torno de 7%, enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) estimado beira 4%. O jornalista da Agência iNFRA, Geraldo Campos Jr., contou os detalhes sobre o tema no TMC 360.

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