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Um levantamento da BloombergNEF, divulgado em 18 de março pelos analistas Claudio Lubis e David Doherty, alerta sobre o ritmo da descarbonização global. Pela primeira vez em oito anos, as maiores empresas de petróleo e gás do mundo registraram uma queda anual nos investimentos em tecnologias de baixo carbono, revertendo a tendência de crescimento que vinha desde 2017. Em 2025, o montante destinado à transição energética foi de US$ 25,7 bilhões (cerca de R$ 136,52 bilhões), uma redução significativa em relação aos mais de US$ 38 bilhões (R$ 201,86 bilhões) investidos em 2024. Na prática, o setor cortou mais de um terço de seu orçamento para energias limpas em apenas um ano. Esse recuo também se reflete na participação dessas tecnologias dentro das companhias: enquanto em 2024 os gastos com baixo carbono representavam quase 10% das despesas de capital, em 2025 esse índice caiu para 6,5%, atingindo o menor patamar dos últimos cinco anos. O relatório indica que o recuo é estratégico e responde à pressão do mercado financeiro. As petroleiras estão redirecionando recursos para suas operações centrais de combustíveis fósseis, priorizando o retorno imediato exigido pelos investidores em detrimento de projetos de longo prazo em energias renováveis. O cenário é particularmente crítico na América do Norte, com os Estados Unidos responsáveis pela maior redução nos gastos globais, impulsionada por mudanças drásticas nas políticas climáticas durante o governo de Donald Trump. O desestímulo ao setor de energia renovável gerou alta volatilidade, marcada por atrasos em licenciamentos ambientais, paralisação de obras já iniciadas e incerteza jurídica que afetou projetos de energia eólica offshore, conhecidos pelo alto volume de capital necessário. Apesar do panorama geral de retração, duas empresas se destacaram: a espanhola Repsol e a saudita Saudi Aramco. Ambas investiram cerca de US$ 4 bilhões em 2025, superando seus próprios aportes do ano anterior. Contudo, a perspectiva da BloombergNEF para os próximos anos é cautelosa, indicando que os investimentos das grandes petrolíferas em tecnologias limpas devem continuar moderados, consolidando um período de foco no petróleo tradicional e ceticismo em relação à transição energética.

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O Ministério de Minas e Energia solicitou à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) o adiamento dos reajustes nas tarifas de energia previstos para março, enquanto o governo federal avalia medidas para reduzir o impacto da conta de luz sobre os consumidores. Em ofício enviado ao diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, a qual a CNN teve acesso, o secretário nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, afirma que o governo está conduzindo análises e tratativas institucionais sobre alternativas para mitigar os efeitos dos reajustes tarifários. “O objetivo dessas discussões é examinar alternativas que possam mitigar os impactos dos reajustes tarifários para os consumidores, buscando soluções que preservem o equilíbrio regulatório sem impor ônus excessivo à população. Nesse contexto, entende-se pertinente que a Aneel avalie postergar os processamentos de reajustes tarifários ao longo do mês de março/2026, período que permitirá a adequada conclusão das análises e a eventual consideração de medidas que possam contribuir para uma solução mais equilibrada”, diz o ofício. Segundo o documento, a medida permitiria a conclusão das discussões em curso e a eventual adoção de soluções que busquem preservar o equilíbrio regulatório sem impor custos adicionais à população. O ofício também indica que, em alguns casos, há expectativa de que a distribuição de recursos disponíveis no setor elétrico possa resultar em reajustes próximos de zero para determinadas concessões, a depender das diretrizes que vêm sendo analisadas. A Aneel, por sua vez, encaminhou o documento a todos os diretores da agência, para análise no âmbito dos processos tarifários em andamento. Em resposta ao ministério, a agência não se posicionou sobre eventual acatamento da solicitação, limitando-se a registrar a tramitação interna do tema. O mês de março concentra revisões e reajustes tarifários relevantes no setor elétrico, o que amplia o impacto potencial de qualquer decisão sobre o calendário regulatório. O adiamento desses processos pode afetar diretamente o ritmo de atualização das tarifas e a previsibilidade para distribuidoras e consumidores. A iniciativa ocorre em um momento em que as tarifas pressionam os consumidores. A CNN noticiou com exclusividade que a previsão é que as contas de luz no Brasil devem subir 8% em 2026, em média, segundo projeções da Aneel. O percentual representa praticamente o dobro da estimativa do mercado para o IPCA, índice oficial de inflação, projetado em 4,1% no boletim Focus

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Desde que a guerra começou, o preço do barril de petróleo do tipo Brent, referência internacional, já subiu entre 30% e 40%. Nesta quinta-feira (19), chegou a quase US$ 120. O planeta vive o pesadelo de uma crise energética global porque o Irã decidiu escalar a guerra no Oriente Médio; passou a atacar instalações de petróleo e gás em todo o Golfo Pérsico. E aí esta quinta-feira (19) foi de bolsas em queda, preços em alta. Muita incerteza. A pergunta que o mundo inteiro se faz é: até onde vai essa crise? Está todo mundo se ajeitando na cadeira e recalculando rota. O Banco Central da Inglaterra não cortou a taxa de juros, como era esperado para março antes dessa guerra começar, e prevê o que chamou de “um novo choque na economia”, com uma inflação em março bem acima da meta de 2% – em 3,5% – e um aumento na conta de energia das famílias. Os mercados viveram uma quinta-feira tensa. A preocupação é que os novos danos à infraestrutura energética no Oriente Médio piorem o que já está bem ruim: o fornecimento de petróleo e gás natural pelo mundo. O barril de petróleo do tipo Brent, referência internacional, chegou nesta quinta-feira (19) a quase US$ 120. Desde que a guerra começou, o preço já subiu entre 30% e 40%. O que analistas falam é que, nesse momento, o mercado já começou a colocar no preço do petróleo o risco de um choque de oferta, de uma crise energética global mais profunda. Na Ásia, as bolsas caíram e o petróleo também subiu. E, nesta quinta-feira (19), o preço do gás natural disparou. Na Europa, chegou a subir 25%. Os ataques iranianos interromperam 17% da capacidade de exportação de gás do Catar. Isso representa uma perda estimada de US$ 20 bilhões em receita anual, ameaçando o fornecimento para a Europa e para a Ásia. O governo do Catar disse que serão necessários cinco anos para reparar os danos do bombardeio iraniano ao complexo de gás natural de Ras Laffan, o maior do mundo. Guerra no Oriente Médio: ataques à indústria energética fazem preços do petróleo e do gás natural dispararem; bolsas caem — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Essa escalada que vimos nas últimas 48 horas no Oriente Médio, para a economia, está sendo considerada a mais significativa até agora, e os efeitos dessa crise continuam se espalhando. Companhias aéreas na África do Sul anunciaram sobretaxas de combustível nas passagens – prejuízo para o consumidor – por causa da dificuldade de acesso a querosene para os aviões. O especialista da agência Reuters diz que já estamos vivendo um choque energético. Dmitry Zdanikov conta que agricultores nos Estados Unidos já estão sentindo o aumento do preço do diesel que move as máquinas no meio do período de plantio. Também nesta quinta-feira (19), Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão divulgaram uma declaração conjunta. Os seis países destacaram que os efeitos das ações do Irã serão sentidos em todo o planeta, especialmente pelas populações mais vulneráveis. Também se disseram “prontos para contribuir” para uma navegação segura pelo Estreito de Ormuz – sem dar detalhes. Líderes europeus se reuniram em Bruxelas para buscar uma solução para essa crise geopolítica que estamos vivendo, com consequências econômicas crescentes e ainda imprevisíveis. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que a União Europeia apoia o multilateralismo e a lei internacional, e que é contra essa guerra. O alemão Friederich Merz falou que recebeu de forma positiva os sinais do presidente americano, na quarta-feira (18), de que o conflito no Irã acabaria em breve. O chefe da Aliança Militar do Ocidente, Mark Rutte, afirmou que os ataques ao Irã são importantes para a segurança europeia, porque ninguém quer ver um país desenvolvendo potencial nuclear, e que o Estreito de Ormuz não pode ficar fechado. Só não disse qual o plano da Otan.

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O diretor de Operações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Christiano Vieira reiterou nesta quinta-feira, 19, que a confiabilidade da operação do setor elétrico passa pelo debate de questões estruturantes, entre elas, o controle da entrada de carga no Sistema Interligado Nacional (SIN), a redução da volatilidade da matriz energética e uma estrutura tarifária moderna. Em sua avaliação, dada a nova conjuntura de variáveis do setor elétrico, o patamar elevado do preço de curto prazo da energia (PLD) (a R$ 941,26 por MWh) não chega a surpreender. “Não estamos expandindo o armazenamento, o que é fundamental para estabilizar os preços e garantir o fluxo de energia. Só lidamos com mais variabilidade de afluência de reservatórios, vento e solo. Não é surpresa ter preços a esse ponto”, disse durante o evento Agenda Setorial no Rio de Janeiro. Em sua avaliação, o uso de baterias pode ser uma solução no curto prazo para estabilizar preço, mas é preciso garantir a otimização da geração e distribuição, e desenvolver planos para lidar com a volatilidade da matriz energética. “Ao implementar essas estratégias de forma adequada, podemos contribuir para a formação de preços mais estáveis e que respondam de maneira mais eficiente às condições do sistema. Em resumo, é preciso acelerar esse processo.”

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A transição climática em curso no Pacífico — da fase final de uma La Niña fraca para neutralidade e, possivelmente, para El Niño no segundo semestre — começa a entrar no radar do setor elétrico brasileiro. A avaliação de operadores e meteorologistas indica que o país deve atravessar o outono e o inverno de 2026 com segurança energética preservada, mas com atenção crescente à hidrologia, ao consumo e à pressão sobre a rede caso o aquecimento do Pacífico se consolide na segunda metade do ano. Os cenários mais recentes indicam um aumento da probabilidade de El Niño entre maio e julho. Esse arranjo climático tende a produzir efeitos assimétricos no território brasileiro: historicamente, o fenômeno aumenta o risco de chuvas acima da média no Sul e reduz a regularidade das precipitações em partes do Norte e do Nordeste. No Brasil central, o impacto depende menos do volume total de chuva e mais de sua distribuição ao longo da estação chuvosa. No curto prazo, os dados operacionais sugerem um quadro administrável para o sistema elétrico. As projeções hidrológicas indicam que o subsistema Sudeste/Centro-Oeste — responsável pela maior parte da capacidade de armazenamento do país — deve iniciar o período seco com níveis razoáveis, embora inferiores aos observados em anos particularmente favoráveis. Norte e Nordeste apresentam reservatórios mais confortáveis, enquanto o Sul segue como região mais sensível no curto prazo. Essa configuração reforça um aspecto estrutural da segurança energética brasileira: mais importante do que o volume total de chuvas no país é a localização dessas precipitações. O desempenho hidrológico das bacias do Paraná, Grande, Paranaíba, São Francisco e Tocantins-Araguaia continua sendo determinante para o equilíbrio do SIN (Sistema Interligado Nacional). Caso o El Niño se consolide no segundo semestre, a tendência histórica é de maior disponibilidade hídrica no Sul e de maior pressão sobre os rios do Norte e do Nordeste. No campo da geração elétrica, o cenário-base ainda não indica necessidade de uso intensivo de usinas térmicas além do padrão esperado para o período seco. O despacho termelétrico deve permanecer complementar, acionado principalmente em situações operativas específicas, como hidrologia desfavorável ou picos de consumo. Esse quadro, no entanto, pode mudar se ocorrer uma combinação de menor geração hidráulica em regiões-chave e aumento da carga elétrica. A demanda por energia, aliás, tornou-se um fator cada vez mais sensível ao comportamento do clima. Episódios recentes de calor extremo demonstraram que ondas de calor prolongadas podem elevar rapidamente o consumo de eletricidade, impulsionado principalmente pelo uso intensivo de aparelhos de ar-condicionado e refrigeração. Se o eventual El Niño vier acompanhado de temperaturas acima da média, o sistema elétrico pode enfrentar picos de carga mais frequentes, sobretudo nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Mesmo diante desse risco, a infraestrutura de geração do país continua relativamente robusta. A matriz elétrica brasileira permanece amplamente baseada em fontes renováveis, com forte predominância hidrelétrica e crescente participação de eólica e solar. O principal ponto de atenção, portanto, não está apenas na geração, mas também na capacidade das redes de transmissão e distribuição de lidar com eventos climáticos extremos. O Brasil possui uma extensa malha de transmissão e continua expandindo sua infraestrutura, mas congestionamentos regionais e limitações locais ainda podem ocorrer em momentos de forte demanda ou de eventos meteorológicos severos. Nas cidades, o desafio é ainda mais complexo. A qualidade média do fornecimento de energia vem melhorando nos últimos anos, mas os indicadores regulatórios não capturam plenamente o impacto de tempestades intensas, ventos ou ondas de calor prolongadas sobre redes urbanas. Em situações desse tipo, interrupções localizadas continuam sendo um risco relevante. A síntese do cenário para 2026 é clara. No restante do primeiro semestre, o sistema elétrico deve operar com relativa estabilidade, ainda beneficiado por reservatórios razoavelmente abastecidos e por condições hidrológicas administráveis. Já no segundo semestre, a possível consolidação de um El Niño pode trazer maior volatilidade ao equilíbrio entre geração, consumo e operação do sistema. Não há, neste momento, sinais de uma crise energética estrutural no horizonte. Mas o avanço do fenômeno climático poderá testar, ao mesmo tempo, reservatórios, consumo e infraestrutura elétrica — um desafio que exigirá monitoramento permanente das condições hidrológicas e meteorológicas ao longo do ano.

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Agentes do setor elétrico consultados pela Agência iNFRA minimizaram os impactos do conflito no Irã no LRCAP (Leilão de Reserva de Capacidade em forma de Potência), marcado para a próxima semana. Por conta das tensões no Oriente Médio e do fechamento do Estreito de Ormuz, os preços do gás já aumentaram mais de 50% desde o início do conflito, segundo indicadores de referência internacional, e especialistas projetam uma escalada ainda maior nos valores.  Interlocutores com empreendimentos termelétricos afirmam que os contratos de suprimento de gás natural só serão assinados durante a fase de implementação das usinas, no futuro. Portanto, os lances não devem ser afetados pela escalada momentânea de preços. Mas fontes destacam que, caso os valores se mantenham em patamares altos por mais tempo, as usinas poderão requisitar, no futuro, uma revisão em seus CVUs (Custo Variável Unitário) – parcela da remuneração que incorpora o custo com o combustível. Nesse caso, a alta seria transferida aos consumidores via tarifa. Bruno Pascon, sócio da consultoria CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), diz que, por ora, a preocupação em relação à guerra para a realização do LRCAP “é zero”. De acordo com ele, no momento, o conflito não está afetando o CVU do leilão, cujo teto é de R$ 1.433,92 por MWh (megawatt-hora). “Convertendo isso para dólares por milhão de BTU [unidade de medida do gás], dá US$ 28,6 por milhão de BTU. E nem bateu perto disso. O gás ainda está US$ 8 ou US$ 9 por milhão de BTU no longo prazo”, diz Pascon. Na mesma linha, um executivo de empresa interessada no certame diz que a alta de preços é conjuntural e não deve afetar a rentabilidade dos projetos no longo prazo. “O preço do combustível está considerado no CVU, que é ajustado pelos índices de preço de mercado do GNL [Gás Natural Liquefeito], já declarados. Portanto, não vai afetar os lances, que envolvem a receita fixa, cuja composição geralmente está livre do combustível”, afirma a fonte. Segundo o executivo, o atrelamento do CVU aos preços do GNL internacional reduz a necessidade de intervenções futuras do governo ou do regulador para acomodar os preços mais altos.  Para o professor da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) Edmar Almeida, apesar de o cenário de preços do gás natural ser um “fator de incerteza” e “insegurança” para o LRCAP, é o consumidor que será prejudicado por uma eventual volatilidade do mercado. “O maior prejudicado é o consumidor, porque a regra do leilão prevê repasse automático para a conta de luz desse custo dos combustíveis das térmicas”, declarou. Gás mais volátilDesde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o preço de referência do gás natural liquefeito (indicador JKM) aumentou aproximadamente 50%, enquanto a referência para o gás natural na Europa viu uma alta superior a 70% (Dutch TTF). Edmar Almeida afirma que o efeito do conflito no Irã deve ter um impacto maior sobre o preço do gás do que sobre o do petróleo. Ele destacou que as notícias sobre a venda dos estoques reguladores de petróleo pelos países da Europa, Japão e Estados Unidos ajudaram a aplacar a alta do barril do tipo Brent nesta segunda-feira (9), que chegou a US$ 119, mas fechou a sessão a US$ 98,96, também ajudado por novas declarações de Donald Trump sobre a brevidade do conflito e planos para, possivelmente, tomar o controle do Estreito de Ormuz.  Ministros das pastas de Energia dos países do G7 devem se reunir já nesta terça-feira (10) com a finalidade de definir uma oferta sobressalente de barris via reservas estratégicas capaz de estabilizar a cotação. A articulação foi iniciada na segunda, durante o encontro dos chefes das finanças dos sete países que, juntos, têm cerca de 1,2 bilhão de barris em estoque. No caso do gás natural, entretanto, não há estoques dessa dimensão e a instabilidade no suprimento ou destruição de infraestruturas têm efeito mais duradouro no preço. “Então, a volatilidade do mercado [de gás] vai ser maior e os preços podem até subir mais do que os do petróleo”, frisou.  O professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Luiz Eduardo Duque Dutra explica que, sem o suprimento do Oriente Médio, a demanda de gás natural deve se voltar para o mercado spot – de curtíssimo prazo – e exercer pressão sobre o preço do insumo. “Os países da Ásia, que têm contratos de dez, 20 anos, estão sem gás e vão ter que ir para o mercado spot e fazer preço ainda maior sobre esse mercado spot de gás natural liquefeito”, disse. No entanto, Duque Dutra destacou que tudo depende da duração do conflito. “Além de 30 dias, [a guerra] gera um grave problema para o mundo. É óbvio, a volatilidade e incerteza que já eram grandes, serão maiores ainda”, declarou. Apesar disso, afirmou, o Brasil está em uma posição melhor do que no início da guerra da Ucrânia, em 2022, quando as importações de gás eram maiores por conta da crise hídrica no ano anterior. Mercado de gás no BrasilJá o mercado de gás natural no Brasil, de uma forma geral, pode ser afetado com um eventual reajuste da Petrobras. Pascon, do CBIE, disse que a companhia observa o mercado internacional para revisar os preços do insumo, em função de um “gargalo de infraestrutura” que restringe o escoamento da produção e, por isso, permite a negociação ao preço europeu – que ele classifica como “preço de escassez”. Apesar da redução no câmbio, o que reduziria o valor do reajuste, os preços do gás aumentaram com o conflito, puxando uma eventual elevação do preço pela Petrobras. “Essa pressão pode e deve vir no anúncio de reajuste do gás, que vai ser feito em abril, após o fechamento do primeiro trimestre, daqui a um mês. E a intensidade desse reajuste vai depender de como o preço do gás vai se comportar lá fora”, declarou.

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