Ir para o conteúdo
A-
A
A+
  • PT
  • EN
  • PT
  • EN

Notícias

em destaque

Deseja receber as principais notícias do setor elétrico?

Eu aceito receber comunicações dos produtos do Grupo IBS Energy.

da Agência iNFRA O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) divulgou que as solicitações de acesso permanente de agentes geradores e consumidores à rede básica serão recebidas até 29 de maio de 2026. A partir dessa data, as solicitações de acesso deverão ser realizadas exclusivamente por meio dos leilões de margem, que serão feitos por temporadas de acesso, conforme o Decreto 12.772/2025, que instituiu a Pnast (Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão). Após o prazo de maio, será aberto para os agentes interessados o período de cadastro para participação na 1ª Temporada de Acesso entre 1º de junho de 2026 e 15 de junho de 2026. O cadastramento será realizado por meio de plataforma específica, cujos procedimentos e orientações serão divulgados pelo ONS futuramente. O Operador reforçou que as solicitações de acesso de consumidores protocoladas até a data de publicação do Decreto nº 12.772, que já tenham aportado Garantia Financeira para Solicitação de Acesso em seu protocolo original e que não tenham interesse em reduzir seus MUSTs (Montantes de Uso do Sistema de Transmissão), não necessitam realizar novo aporte de garantia financeira para fins de participação no cálculo da margem previsto no decreto. “O ONS permanece analisando e elaborando diretrizes para a implementação e operacionalização da PNAST e divulgará novos comunicados sempre que necessário, com vistas a orientar os agentes quanto aos procedimentos aplicáveis às Temporadas de Acesso e ao período transitório”, afirmou o operador em nota. Fonte: Agência InfraLink da Matéria

Ver Mais +

Centro de gravidade da agenda climática se desloca ainda mais para fora de Washington, sobretudo para a União Europeia, China e países emergentes Depois de uma década dominada por promessas, metas e anúncios grandiosos, 2026 surge como um teste decisivo para a política climática global. Não é mais uma discussão sobre ambição, mas sobre execução. A pergunta central deixou de ser “o que os países pretendem fazer” e passou a ser “quem consegue entregar”. Esse deslocamento ocorre num contexto político adverso. O retorno de Donald Trump à Casa Branca reforçou uma postura abertamente hostil à cooperação climática internacional, estimulando uma retração americana em fóruns multilaterais e enfraquecendo o efeito de liderança que os Estados Unidos exerceram em momentos-chave da última década. Com isso, o centro de gravidade da agenda climática se desloca ainda mais para fora de Washington, sobretudo para a União Europeia, China e países emergentes estratégicos. Ao mesmo tempo, 2025 caminha para figurar entre os anos mais quentes já registrados, segundo dados consolidados de instituições como a Organização Meteorológica Mundial e o Copernicus Climate Change Service. O contraste entre recordes de temperatura e a lentidão institucional ajuda a explicar por que 2026 ganhou um peso simbólico tão grande. Europa testa sua própria credibilidade Nenhuma região sente essa pressão de forma tão direta quanto a União Europeia. O bloco se apresenta há anos como referência regulatória global em clima, mas agora enfrenta o momento mais delicado de sua estratégia: transformar regras em efeitos reais. O principal símbolo desse desafio é a entrada em vigor plena do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), o chamado imposto de carbono sobre importações intensivas em emissões, como aço, cimento e fertilizantes. A lógica é simples: produtos importados devem obedecer a padrões ambientais semelhantes aos exigidos pelas indústrias europeias ou pagar por isso. Na prática, o CBAM testa três coisas ao mesmo tempo. Primeiro, a capacidade da UE de proteger sua indústria sem provocar uma escalada comercial. Segundo, a disposição de parceiros comerciais, especialmente países em desenvolvimento, de aceitar regras ambientais impostas de fora. Terceiro, se o instrumento realmente induz políticas climáticas mais ambiciosas em outros países, como Bruxelas aposta. Sinais iniciais são mistos. Economias como a Turquia já discutem sistemas próprios de precificação de carbono para evitar perdas competitivas. Em paralelo, países do Sul Global alertam para o risco de o CBAM funcionar como uma barreira disfarçada ao desenvolvimento, reacendendo tensões históricas entre clima e crescimento econômico. A transição energética acelera, mas de forma desigual Enquanto a política enfrenta atritos, o setor energético avança por outra lógica: escala e custo. Em 2026, grandes projetos de energia solar, eólica e armazenamento entram em operação em diferentes partes do mundo, reforçando uma tendência clara, a transição avança não apenas por consciência ambiental, mas porque se tornou economicamente viável. Megaempreendimentos solares no Egito e nas Filipinas, parques eólicos offshore no Mar do Norte e investimentos pesados em baterias mostram que a infraestrutura limpa já não é periférica. Segundo a Agência Internacional de Energia, o crescimento das renováveis hoje é mais rápido do que qualquer projeção feita há dez anos. Ainda assim, a expansão é desigual. Gargalos em cadeias de suprimento, juros elevados e incertezas regulatórias continuam travando projetos em mercados menos estáveis. A transição, ao contrário do discurso homogêneo, avança em velocidades distintas, e isso tem implicações geopolíticas profundas. Transparência: o novo campo de batalha Outro eixo silencioso, mas decisivo, da agenda climática em 2026 é a obrigatoriedade de divulgação de dados ambientais. Depois de anos de relatórios voluntários e métricas inconsistentes, empresas em várias regiões passam a enfrentar exigências legais mais rígidas. União Europeia, Reino Unido, China, Austrália, Hong Kong e Singapura caminham para padrões mais abrangentes, incluindo emissões indiretas ao longo da cadeia produtiva, o chamado escopo 3. A ideia é simples: sem dados comparáveis e verificáveis, a transição vira marketing. Esse movimento, porém, enfrenta resistência crescente. O fenômeno das empresas evitando falar de clima para escapar de críticas ou processos revela um paradoxo: quanto mais central a agenda ambiental se torna, maior o risco jurídico e reputacional associado a ela. Nos Estados Unidos, esse embate é ainda mais explícito. Leis estaduais da Califórnia sobre divulgação climática enfrentam batalhas judiciais, mostrando como o tema se tornou um campo de disputa política, não apenas técnica. O impasse dos combustíveis fósseis Talvez o ponto mais revelador do momento atual seja a dificuldade em avançar no debate sobre a eliminação gradual dos combustíveis fósseis. Apesar de mais de 80 países defenderem um roteiro claro para essa transição na COP30, realizada no Brasil, o consenso não veio. O tema retorna em 2026 em encontros internacionais e prepara o terreno para a COP31, na Turquia. A questão central permanece sem resposta clara: como conciliar segurança energética, estabilidade econômica e cortes rápidos de emissões? Países produtores temem perder receitas e influência. Países consumidores temem instabilidade de preços e choques sociais. O resultado é um jogo de empurra que adia decisões estruturais, mesmo quando os sinais físicos da crise climática se tornam cada vez mais evidentes. Tecnologia avança mais rápido que a política No setor automotivo, 2026 também marca avanços importantes, especialmente em baterias. Tecnologias como baterias de sódio e baterias de estado sólido prometem reduzir custos, dependência de minerais críticos e riscos operacionais. Fabricantes chineses e europeus avançam rapidamente, enquanto governos ajustam metas e recuam em prazos mais agressivos para o fim dos motores a combustão. Esse descompasso entre inovação tecnológica e hesitação regulatória reforça uma tendência já conhecida: o mercado frequentemente se move mais rápido que a política, mas nem sempre na direção desejada sem incentivos claros. Um ano que revela prioridades No conjunto, 2026 não será lembrado como o ano das grandes promessas climáticas. Será lembrado, se muito, como o ano em que ficou claro quem estava disposto a pagar o preço da transição. A ação climática entrou numa fase menos idealista e mais pragmática. Menos discursos, mais fricção. Menos consenso moral, mais disputa por interesses. Como costuma acontecer nos momentos decisivos, não será a retórica

Ver Mais +

O custo da energia elétrica deve ficar mais alto em 2026 para bancar R$ 47,8 bilhões em subsídios incluídos no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo que cobre uma série de políticas públicas e é majoritariamente custeado pelos consumidores. No próximo ano, o valor total será de R$ 52,6 bilhões segundo um cálculo técnico da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que será analisado pela diretoria do órgão regulador nesta terça (8). Segundo uma apuração publicada nesta segunda (8) pela Folha de S. Paulo e confirmada à Gazeta do Povo pela Aneel, será um aumento de 7% em relação a 2025, e que deve pressionar diretamente a conta de luz – e, consequentemente, a inflação em pleno ano eleitoral. Além da tarifa a todos os brasileiros, a CDE é abastecida, em menor parcela, pelo Orçamento da União e por receitas privadas. Nos últimos anos, os valores da CDE dispararam devido à expansão dos subsídios, pulando de menos de R$ 22 bilhões em 2020 para R$ 37 bilhões em 2024 e chegando a R$ 49,3 bilhões em 2025. O governo tenta conter essa escalada e aprovou uma lei que fixa um teto de gastos para o fundo a partir de 2027. Fonte: Gazeta do PovoLink da Matéria

Ver Mais +

O principal risco é tratarmos a bateria como coadjuvante e não com o protagonismo que a tecnologia tem o potencial de ter”. O alerta é de Vinicius Berná, diretor estratégico de novos mercados da Clean Energy Latin America (CELA), em entrevista à EXAME sobre o anúncio do primeiro leilão de baterias do Brasil, previsto para abril de 2026. Segundo modelagem da consultoria, um projeto com cerca de 1 GWh de armazenamento poderia movimentar R$ 4 bilhões ao longo da cadeia produtiva, desde a fabricação dos equipamentos até a construção, operação e financiamento dos sistemas. O leilão, anunciado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante a COP30 em Belém, é considerado um marco para a transição energética do Brasil. A consulta pública, que reuniu contribuições até 1º de dezembro, retomou discussões iniciadas em 2024, e é fruto de um esforço para garantir segurança e estabilidade ao sistema elétrico brasileiro. Inicialmente, o processo era para ter acontecido em 2025, mas foi adiado algumas vezes devido a disputas políticas e judiciais no setor.  Apesar do otimismo do mercado, o especialista alerta para um risco que pode comprometer o potencial do leilão: a falta de volume suficiente para viabilizar o desenvolvimento de uma cadeia industrial nacional de armazenamento. “Se o governo suprir praticamente toda a necessidade de potência com leilões tradicionais de térmicas ou usando só os reservatórios das hidrelétricas, o espaço para armazenamento pode encolher demais. Aí vamos perder escala e os custos sobem”, destacou. Mas o executivo não defende que toda a necessidade de potência seja atendida apenas por baterias e sim um portfólio equilibrado de tecnologias. “Precisamos apostar no que traz segurança energética e melhor aproveitamento do parque de geração que já está instalado no Brasil”, ponderou. O paradoxo energético brasileiro O especialista explica que o Brasil enfrenta um paradoxo: ao mesmo tempo em que fontes solares e eólicas já representam cerca de 40% da potência instalada, a intermitência dessas fontes cria um desequilíbrio crítico entre oferta e demanda ao longo do dia. Segundo estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), já em 2028 o país poderá enfrentar um cenário em que, num mesmo dia, desperdiçará cerca de 35 gigawatts de potência ao meio-dia por excesso de geração e falta de consumo, enquanto à noite precisará acionar térmicas novas para entregar 5 gigawatts. “Nenhuma outra tecnologia consegue atenuar esse problema de maneira tão eficaz quanto armazenamento de energia“, destacou Vinicius. Mercado aquecido e custos em queda O mercado de baterias já mostra sinais de aquecimento mesmo antes do leilão. Segundo dados da CELA, o setor de armazenamento energético deve movimentar cerca de R$ 2,2 bilhões em 2025, um crescimento de mais de três vezes em relação aos R$ 700 milhões de 2024. O volume de comercialização pode atingir entre 1,3 e 2,5 gigawatts-hora neste ano, incluindo aplicações em empresas, backups e contratações no leilão dos sistemas isolados da Amazônia. O crescimento é impulsionado pela queda acentuada nos preços da tecnologia: os custos dos sistemas de bateria caíram cerca de 40% ao longo de 2024, com projeção de redução adicional de mais de 15% até o final de 2025. Este cenário permite que o consumidor recupere o investimento entre 3 e 13 anos. Mirando o futuro, a CELA projeta que o mercado brasileiro de armazenamento deve crescer 12,8% ao ano até 2040, com incremento de até 7,2 gigawatts de capacidade instalada no período, movimentando mais de US$ 12,5 bilhões anuais. Com incentivos adequados e regulamentações bem definidas, esse potencial poderia alcançar até 18,2 gigawatts. “A CELA tem acompanhado a necessidade desse leilão há mais de três anos. Estamos apoiando geradores renováveis, investidores e financiadores de tecnologia. A cadeia de valor está preparada e está ansiosa para esse momento”, afirmou o diretor. Oportunidade de virada na transição energética Para o diretor da CELA, se o desenho final do leilão for bem calibrado, garantindo volume adequado para baterias, sinal locacional inteligente e complementariedade com as renováveis, “há potencial de ser um ponto de virada que transforme a tecnologia e a indústria, induzindo competitividade do Brasil nesse contexto de transição energética“. No anúncio, o ministro Alexandre Silveira também destacou o papel estratégico das baterias. “Essa iniciativa contribui para a modernização do setor, ampliando sua capacidade de resposta às novas demandas tecnológicas e aos desafios ambientais”, afirmou em nota.  Com a consulta pública encerrada, o mercado aguarda pela publicação da portaria final com as diretrizes do leilão, previsto para acontecer em abril de 2026. Como vai funcionar o leilão de baterias O leilão de 2026 terá como objetivo contratar potência em megawatts proveniente de novos sistemas de armazenamento de energia em baterias (SAE-BESS). A proposta prevê contratos de 10 anos, com início de operação em 2028, sistemas com pelo menos 30 MW de potência, capacidade de entrega de 4 horas contínuas por dia e remuneração fixa mensal. Na prática, a modalidade permitirá que empresas instalem e operem grandes sistemas de baterias capazes de armazenar energia elétrica e liberá-la quando necessário, contribuindo para a estabilidade e a segurança do fornecimento nacional. “Diferente das térmicas e repotencialização das hidrelétricas, que geram energia nova, a bateria consome nos horários em que essa energia sobra e entrega nos horários que está faltando. Ou seja, ajuda a organizar melhor o uso elétrico gerado pelo próprio sistema ao longo do dia”, explicou o diretor da CELA. Fonte: ExameLink da Matéria

Ver Mais +

O boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) da semana operativa entre os dias 6 e 12 de dezembro apresenta projeções de Energia Natural Afluente (ENA) com a Média de Longo Termo (MLT) atingindo patamares superiores a 80% em dois subsistemas, ao final de dezembro. No Sudeste/Centro-Oeste, a estimativa de ENA está em 89% da MLT e no Norte, em 82% da MLT. Já o Sul tem  indicador de 78% da MLT, enquanto o Nordeste segue com perspectiva de 50% da MLT.  “A melhora das afluências poderá contribuir para a recuperação dos níveis dos reservatórios após o período seco, ampliando a segurança energética do Sistema Interligado Nacional (SIN). Estamos acompanhando atentamente a evolução desses cenários, sobretudo com a aproximação do verão e o aumento sazonal das temperaturas, que elevam a demanda de carga pela sociedade”, explica o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.  As perspectivas para os níveis de Energia Armazenada (EAR) em 31 de dezembro apontam que o índice mais elevado deve ser verificado no Sul, 65,2%. Para os demais, os percentuais são: Norte, 55,1%; Nordeste, 48,8%; e Sudeste/Centro-Oeste, 46,3%.  Os cenários prospectivos para a demanda de carga apresentam aceleração no Sistema Interligado Nacional (SIN) e em todos os subsistemas, nas comparações entre as projeções para dezembro de 2025 e o verificado no mesmo período de 2024. A expansão no SIN deve chegar a 4,8% (83.890 MWmed). No Norte, a projeção é de 11,3% (8.744 MWmed) e no Sul, 9,4% (14.637 MWmed). Para Nordeste, o avanço deve registrar 3,4% (14.043 MWmed) e no Sudeste/Centro-Oeste, 2,8%% (46.465 MWmed).  O  Custo Marginal de Operação (CMO) está equalizado em todas as regiões no valor de R$ 305,91. Clique aqui para conferir o relatório na íntegra.  Fonte: ONSLink da Matéria

Ver Mais +

BRASÍLIA — A análise dos vetos da Lei das Eólicas Offshore (15097/2025) deixou de entrar na pauta da sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quinta (4/12) após consenso entre líderes para a construção de um acordo. O senador Randolfe Rodrigues (PT/AP) afirmou que a decisão foi tomada após entendimento com o senador Eduardo Braga (MDB/AM), que havia requisitado a retirada do item da pauta. A lei foi sancionada pelo presidente Lula (PT) em janeiro deste ano, mas a análise dos vetos ainda está pendente, embora uma parte dos vetos tenha sido avaliada em junho deste ano. Os parlamentares derrubaram, por exemplo, o veto que tratava do Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), garantindo a  manutenção de subsídios por 20 anos para pequenas hidrelétricas, parques de biomassa e eólicos, que estão sob as regras do programa. Outros trechos do projeto restabelecidos pelos congressistas tratam de regras relacionadas à Lei da Eletrobras. Fonte: EixosLink da Matéria

Ver Mais +
« Anterior Página1 Página2 Página3 Página4 Página5 Página6 Próximo »
Linkedin-in

(11) 5053-8666

Horário de Atendimento
de segunda a sexta das 9h às 18h

Área do Cliente
  • Grupo IBS Energy
  • Nossos Negócios
  • Nossas Ações ESG
  • Grupo IBS Energy
  • Nossos Negócios
  • Nossas Ações ESG
  • Fale Conosco
  • Trabalhe Conosco
  • Fale Conosco
  • Trabalhe Conosco
  • Notícias
  • Notícias
Política de Privacidade
Termos de Uso

Grupo IBS Energy - Av. Roque Petroni Júnior, 850 - Torre Jaceru - 11º andar - Conj. 111 - Jd. das Acácias - São Paulo / SP - 04707-000

Linkedin-in
  • Grupo IBS Energy
  • Nossos Negócios
  • Nossas Ações ESG
  • Notícias
  • Fale Conosco
  • Trabalhe Conosco
  • Grupo IBS Energy
  • Nossos Negócios
  • Nossas Ações ESG
  • Notícias
  • Fale Conosco
  • Trabalhe Conosco
Área do Cliente