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O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) alertou que, em um cenário hidrológico desfavorável, os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste e do Nordeste podem encerrar o período úmido com níveis reduzidos de armazenamento, o que exigirá atenção redobrada para o atendimento do sistema ao longo de 2026. As projeções foram apresentadas ao CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) em reunião realizada no dia 14 de janeiro.

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Apesar da trégua em dezembro, a energia elétrica residencial foi a maior vilã da inflação no ano de 2025. Por outro lado, os alimentos ajudaram a deter o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da trégua em dezembro, a energia elétrica residencial foi a maior vilã da inflação no ano de 2025. Por outro lado, os alimentos ajudaram a deter o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A energia elétrica subiu 12,31% em 2025, subitem de maior impacto individual, uma contribuição de 0,48 ponto porcentual para a inflação de 4,26% registrada no ano. “A energia elétrica pressionou o IPCA de 2025 por conta de bandeiras tarifárias, mas também por reajustes”, lembrou Gonçalves. Figuraram ainda no ranking de principais pressões sobre o IPCA de 2025: cursos regulares (alta de 6,54% e impacto de 0,29 ponto porcentual), plano de saúde (6,42% e 0,26 ponto porcentual), aluguel residencial (6,06% e 0,22 ponto porcentual), lanche (11,35% e 0,21 ponto porcentual), produtos farmacêuticos (5,42% e 0,19 ponto porcentual), refeição (4,97% e 0,18 ponto porcentual), café moído (35,65% e 0,18 ponto porcentual), higiene pessoal (4,23% e 0,17 ponto porcentual), empregado doméstico (5,36% e 0,15 ponto porcentual), condomínio (5,14% e 0,12 ponto porcentual) e taxa de água e esgoto (4,50% e 0,08 ponto porcentual). Na direção oposta, os principais alívios na inflação de 2025 partiram de arroz (-26,56% e -0,20 ponto porcentual), leite longa vida (-12,87% e -0,10 ponto porcentual), aparelho telefônico (-6,27% e -0,05 ponto porcentual), eletrodomésticos e equipamentos (-6,01% e -0,05 ponto porcentual), seguro voluntário de veículo (-5,67% e -0,05 ponto porcentual), automóvel usado (-2,26% e -0,04 ponto porcentual), batata-inglesa (-13,65% e -0,03 ponto porcentual), feijão-preto (-32,38% e -0,02 ponto porcentual), azeite de oliva (-21,04% e -0,02 ponto porcentual), alho (-15,88% e -0,02 ponto porcentual) e TV, som e informática (-3,73% e -0,02 ponto porcentual). Alimentação “Pelos números de 2025, a gente vê claramente a inflação sendo influenciada por alimentação. Os alimentos foram os que mais contribuíram para essa taxa contida. Alimentação realmente foi o principal fator para essa taxa menor do IPCA de 2025”, declarou Gonçalves. A alta de 2,95% no grupo Alimentação e Bebidas em 2025 foi a oitava mais branda desde a implementação do Plano Real, frisou Gonçalves. Segundo ele, a safra agrícola recorde de 2025 contribuiu para os alimentos pesarem menos no bolso das famílias e, consequentemente, na inflação. A melhora nos preços também pode ser explicada pela desvalorização do dólar ante o real e por uma redução nos preços de commodities. Fonte: UOLLink da Matéria

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Boletim divulgado nesta sexta-feira, 9, aponta que volume armazenado no fim do mês será de 46,7%, abaixo da previsão de 52%; armazenamento de usinas hidrelétricas das duas regiões é conhecido como ‘caixa d’água do País’ O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou as estimativas para o mês de janeiro e passou a prever que o armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste, conhecido como a “caixa d’água do País”, terminará o mês abaixo dos 50% de capacidade. De acordo com boletim divulgado nesta sexta-feira, 9, a Energia Armazenada (EAR), como é formalmente chamado o indicador, esperada para o submercado ao fim do mês deve ser de 46,7%. O montante está acima dos níveis atuais, que estão em 43,0%, mas caiu em relação à projeção anterior, de 52,0%. A redução reflete a queda nas chuvas esperados sobre os reservatórios medidos pela Energia Natural Afluente (ENA). No Sudeste/Centro-Oeste, este indicador saiu dos 82% da Média de Longo Termo (MLT) na previsão anterior para 65% da média história, ou 42.820 MWmed. No Nordeste, a expectativa de armazenamento também ficou abaixo dos 50%, segundo o novo boletim. A previsão foi reduzida de 53,2% para 49,6% da média de 95 anos para o mês. Se confirmado, o montante ainda representará uma alta de 2,3 p.p. em relação aos níveis atuais. A projeção de afluência também caiu na região de 48% para 41% da média histórica, ou 5.452 MWmed. No Norte, por sua vez, o armazenamento esperado para o encerramento do mês foi para 50,5%, redução de 9,6 p.p. em relação à estimativa anterior. Já a ENA esperada caiu de 90% da média histórica para 59%, ou 9.333 MWmed. O Sul, por outro lado, segue como a única região do País onde se espera chuvas acima da média histórica para o mês. Lá, o ONS espera uma afluência de 7.731 MWmed, ou 102% da MLT. Apesar disso, o indicador caiu 2 p.p. em relação ao previsto anteriormente. No armazenamento, a projeção também caiu e ficou em 63,7% no encerramento de janeiro, abaixo dos 69,6% medidos hoje. Fonte: TerraLink da Matéria

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A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) avalia que será necessário investir R$ 73,6 bilhões em obras ainda não autorizadas ou licitadas no Sistema Interligado Nacional (SIN) até 2032. A estimativa consta no Programa de Expansão da Transmissão (PET)/ Plano de Expansão de Longo Prazo (Pelp) (.pdf), publicado na quinta-feira (8/1).  O documento auxilia na elaboração do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (Potee), que detalha as obras consideradas essenciais para a expansão do sistema de transmissão. Do investimento total projetado, R$ 43,0 bilhões (58%) são para linhas de transmissão, e R$ 30,6 bilhões (42%) para subestações.  O estudo estima a expansão de 8,4 mil km em novas linhas de transmissão. Por região, o investimento total está distribuído em R$ 37,6 bilhões (48%) no Sudeste/Centro-Oeste, R$ 13,3 bilhões no Sul (34%), R$ 4,0 bilhões no Norte (10%) e R$ 3,2 bilhões no Nordeste (8%).  Segundo a EPE, R$ 22,6 bilhões devem ser licitados a partir de 2026. O investimento em novas obras por estado previsto para os dois leilões de transmissão deste ano é: Santa Catarina tem demanda de uma nova linha de transmissão, mas o investimento necessário não foi informado no estudo. Os outros estados não têm obras para serem licitadas nos leilões. Fonte: EixosLink da Matéria

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da Agência iNFRA O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) divulgou que as solicitações de acesso permanente de agentes geradores e consumidores à rede básica serão recebidas até 29 de maio de 2026. A partir dessa data, as solicitações de acesso deverão ser realizadas exclusivamente por meio dos leilões de margem, que serão feitos por temporadas de acesso, conforme o Decreto 12.772/2025, que instituiu a Pnast (Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão). Após o prazo de maio, será aberto para os agentes interessados o período de cadastro para participação na 1ª Temporada de Acesso entre 1º de junho de 2026 e 15 de junho de 2026. O cadastramento será realizado por meio de plataforma específica, cujos procedimentos e orientações serão divulgados pelo ONS futuramente. O Operador reforçou que as solicitações de acesso de consumidores protocoladas até a data de publicação do Decreto nº 12.772, que já tenham aportado Garantia Financeira para Solicitação de Acesso em seu protocolo original e que não tenham interesse em reduzir seus MUSTs (Montantes de Uso do Sistema de Transmissão), não necessitam realizar novo aporte de garantia financeira para fins de participação no cálculo da margem previsto no decreto. “O ONS permanece analisando e elaborando diretrizes para a implementação e operacionalização da PNAST e divulgará novos comunicados sempre que necessário, com vistas a orientar os agentes quanto aos procedimentos aplicáveis às Temporadas de Acesso e ao período transitório”, afirmou o operador em nota. Fonte: Agência InfraLink da Matéria

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Centro de gravidade da agenda climática se desloca ainda mais para fora de Washington, sobretudo para a União Europeia, China e países emergentes Depois de uma década dominada por promessas, metas e anúncios grandiosos, 2026 surge como um teste decisivo para a política climática global. Não é mais uma discussão sobre ambição, mas sobre execução. A pergunta central deixou de ser “o que os países pretendem fazer” e passou a ser “quem consegue entregar”. Esse deslocamento ocorre num contexto político adverso. O retorno de Donald Trump à Casa Branca reforçou uma postura abertamente hostil à cooperação climática internacional, estimulando uma retração americana em fóruns multilaterais e enfraquecendo o efeito de liderança que os Estados Unidos exerceram em momentos-chave da última década. Com isso, o centro de gravidade da agenda climática se desloca ainda mais para fora de Washington, sobretudo para a União Europeia, China e países emergentes estratégicos. Ao mesmo tempo, 2025 caminha para figurar entre os anos mais quentes já registrados, segundo dados consolidados de instituições como a Organização Meteorológica Mundial e o Copernicus Climate Change Service. O contraste entre recordes de temperatura e a lentidão institucional ajuda a explicar por que 2026 ganhou um peso simbólico tão grande. Europa testa sua própria credibilidade Nenhuma região sente essa pressão de forma tão direta quanto a União Europeia. O bloco se apresenta há anos como referência regulatória global em clima, mas agora enfrenta o momento mais delicado de sua estratégia: transformar regras em efeitos reais. O principal símbolo desse desafio é a entrada em vigor plena do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), o chamado imposto de carbono sobre importações intensivas em emissões, como aço, cimento e fertilizantes. A lógica é simples: produtos importados devem obedecer a padrões ambientais semelhantes aos exigidos pelas indústrias europeias ou pagar por isso. Na prática, o CBAM testa três coisas ao mesmo tempo. Primeiro, a capacidade da UE de proteger sua indústria sem provocar uma escalada comercial. Segundo, a disposição de parceiros comerciais, especialmente países em desenvolvimento, de aceitar regras ambientais impostas de fora. Terceiro, se o instrumento realmente induz políticas climáticas mais ambiciosas em outros países, como Bruxelas aposta. Sinais iniciais são mistos. Economias como a Turquia já discutem sistemas próprios de precificação de carbono para evitar perdas competitivas. Em paralelo, países do Sul Global alertam para o risco de o CBAM funcionar como uma barreira disfarçada ao desenvolvimento, reacendendo tensões históricas entre clima e crescimento econômico. A transição energética acelera, mas de forma desigual Enquanto a política enfrenta atritos, o setor energético avança por outra lógica: escala e custo. Em 2026, grandes projetos de energia solar, eólica e armazenamento entram em operação em diferentes partes do mundo, reforçando uma tendência clara, a transição avança não apenas por consciência ambiental, mas porque se tornou economicamente viável. Megaempreendimentos solares no Egito e nas Filipinas, parques eólicos offshore no Mar do Norte e investimentos pesados em baterias mostram que a infraestrutura limpa já não é periférica. Segundo a Agência Internacional de Energia, o crescimento das renováveis hoje é mais rápido do que qualquer projeção feita há dez anos. Ainda assim, a expansão é desigual. Gargalos em cadeias de suprimento, juros elevados e incertezas regulatórias continuam travando projetos em mercados menos estáveis. A transição, ao contrário do discurso homogêneo, avança em velocidades distintas, e isso tem implicações geopolíticas profundas. Transparência: o novo campo de batalha Outro eixo silencioso, mas decisivo, da agenda climática em 2026 é a obrigatoriedade de divulgação de dados ambientais. Depois de anos de relatórios voluntários e métricas inconsistentes, empresas em várias regiões passam a enfrentar exigências legais mais rígidas. União Europeia, Reino Unido, China, Austrália, Hong Kong e Singapura caminham para padrões mais abrangentes, incluindo emissões indiretas ao longo da cadeia produtiva, o chamado escopo 3. A ideia é simples: sem dados comparáveis e verificáveis, a transição vira marketing. Esse movimento, porém, enfrenta resistência crescente. O fenômeno das empresas evitando falar de clima para escapar de críticas ou processos revela um paradoxo: quanto mais central a agenda ambiental se torna, maior o risco jurídico e reputacional associado a ela. Nos Estados Unidos, esse embate é ainda mais explícito. Leis estaduais da Califórnia sobre divulgação climática enfrentam batalhas judiciais, mostrando como o tema se tornou um campo de disputa política, não apenas técnica. O impasse dos combustíveis fósseis Talvez o ponto mais revelador do momento atual seja a dificuldade em avançar no debate sobre a eliminação gradual dos combustíveis fósseis. Apesar de mais de 80 países defenderem um roteiro claro para essa transição na COP30, realizada no Brasil, o consenso não veio. O tema retorna em 2026 em encontros internacionais e prepara o terreno para a COP31, na Turquia. A questão central permanece sem resposta clara: como conciliar segurança energética, estabilidade econômica e cortes rápidos de emissões? Países produtores temem perder receitas e influência. Países consumidores temem instabilidade de preços e choques sociais. O resultado é um jogo de empurra que adia decisões estruturais, mesmo quando os sinais físicos da crise climática se tornam cada vez mais evidentes. Tecnologia avança mais rápido que a política No setor automotivo, 2026 também marca avanços importantes, especialmente em baterias. Tecnologias como baterias de sódio e baterias de estado sólido prometem reduzir custos, dependência de minerais críticos e riscos operacionais. Fabricantes chineses e europeus avançam rapidamente, enquanto governos ajustam metas e recuam em prazos mais agressivos para o fim dos motores a combustão. Esse descompasso entre inovação tecnológica e hesitação regulatória reforça uma tendência já conhecida: o mercado frequentemente se move mais rápido que a política, mas nem sempre na direção desejada sem incentivos claros. Um ano que revela prioridades No conjunto, 2026 não será lembrado como o ano das grandes promessas climáticas. Será lembrado, se muito, como o ano em que ficou claro quem estava disposto a pagar o preço da transição. A ação climática entrou numa fase menos idealista e mais pragmática. Menos discursos, mais fricção. Menos consenso moral, mais disputa por interesses. Como costuma acontecer nos momentos decisivos, não será a retórica

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