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Para preservação dos recursos hídricos, Operador vem atuando com defluência reduzida O boletim do Programa Mensal da Operação (PMO) da semana que vai de 21 a 27 de fevereiro apresenta um cenário para a Energia Armazenada (EAR) acima de 50% em três subsistemas ao final de fevereiro. São eles: o Nordeste, com a maior estimativa, tem indicação 69,3%; o Norte, com 67,8%, e o Sudeste/Centro-Oeste,  região que concentra 70% dos reservatórios de maior relevância para o SIN, a estimativa de EAR está 57,4%, ao final do mês. Já no Sul, a previsão é que a EAR pode chegar a 42,2%. As projeções de Energia Natural Afluente (ENA) estão acima de 80% da Média de Longo Termo (MLT) nos subsistemas Nordeste (91% da MLT) e Sudeste/Centro-Oeste (88% da MLT). No Norte, a previsão é de 66% da MLT; e, no Sul, 52% da MLT.  “Monitoramos continuamente as condições de atendimento eletroenergético do Sistema Interligado Nacional (SIN), acompanhando a evolução das afluências e os níveis de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. A expectativa é de que a recuperação gradual dos níveis de armazenamento sigam em andamento, porém está condicionada ao volume de chuva dos próximos meses”, explica Marcio Rea, diretor-geral do ONS. Os cenários prospectivos para a demanda de carga são de desaceleração no Sistema Interligado Nacional (SIN) e duas regiões. O recuo no SIN é de 3,7% (85.866 MWmed). Entre os subsistemas, a redução mais significativa deve ser verificada na região Sudeste/Centro-Oeste, 6,7% (47.706 MWmed), seguida pela Sul, 2,9% (16.311 MWmed). Para o Norte, a estimativa é de avanço de 4,7% (8.080 MWmed), assim como Nordeste, 2,4% (13.769 MWmed). Todos os dados são comparativos entre a projeção para fevereiro de 2026 ante o mesmo período do ano passado. O Custo Marginal de Operação (CMO) é o mesmo para todos os subsistemas, no valor de R$ 316,18. Clique aqui para conferir o relatório na íntegra.

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Documento estabelece cronograma, critérios de habilitação e condições para participação no processo digital de venda dos certificados A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica -CCEE e a Itaipu Binacional anunciam a abertura do edital do mecanismo concorrencial para a venda de Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-RECs), lastreados na geração de energia da usina em 2025. A iniciativa inaugura um modelo estruturado e transparente de comercialização desses ativos no país. O edital estabelece as regras, prazos e condições para participação no processo competitivo, que será realizado de forma integralmente digital entre os dias 23 e 25 de fevereiro de 2026, das 10h às 18h (horário de Brasília). O formato online amplia o acesso de participantes de todo o país, assegura isonomia entre os interessados e reforça a governança do processo.     A chamada pública inédita consolida uma nova fase do mercado voluntário de atributos ambientais no Brasil. Ao detalhar critérios objetivos para habilitação, apresentação de propostas e definição dos vencedores, o edital oferece previsibilidade e segurança jurídica aos agentes interessados na aquisição de certificados vinculados a uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo. Os I-RECs ofertados estarão associados à geração de energia renovável de 2025 e contarão com dupla certificação: o reconhecimento internacional do padrão I-REC e o Selo CCEE Origem, mecanismo que assegura rastreabilidade, integridade das informações e alinhamento às melhores práticas de mercado. A parceria entre CCEE e Itaipu une a experiência técnica da Câmara na operacionalização de mecanismos de mercado e certificação de energia renovável à relevância estratégica de Itaipu como referência global em geração limpa. A abertura do edital representa um passo consistente para fortalecer o ambiente de negócios, ampliar a liquidez do mercado de certificados e apoiar empresas que buscam avançar em suas metas de descarbonização e compromissos ESG. As condições completas de participação, cronograma detalhado e orientações operacionais estão disponíveis no edital publicado nos canais oficiais da CCEE.

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Geraldo Campos Jr., da Agência iNFRA O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou irregularidades na portaria editada pelo MME (Ministério de Minas e Energia) para regulamentar a MP (Medida Provisória) 1.212/2024, que prorrogou prazos para a entrada em operação de usinas incentivadas com subsídios. Nesta quarta-feira (11), a corte entendeu que a pasta “extrapolou os limites legais” no texto e deu 30 dias para que a portaria 79/2024 seja reformulada. Leia o acórdão neste link.  Segundo o tribunal, o trecho problemático foi o que possibilitou “alterações irrestritas das características técnicas e da localização dos empreendimentos”. O relatório do ministro Walton Alencar diz que a norma permitiu transformar o subsídio em “ativo financeiro negociável”, desvinculando o benefício do projeto inicialmente autorizado e ampliando indevidamente o universo de beneficiários.

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A conta de luz residencial deve crescer acima da inflação. Segundo consultorias do setor elétrico, essa projeção tarifária gira em torno de 7%, enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) estimado beira 4%. O jornalista da Agência iNFRA, Geraldo Campos Jr., contou os detalhes sobre o tema no TMC 360.

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O PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) chegou próximo ao teto na noite desta quarta-feira (4), quando atingiu R$ 1,557,92/MWh (megawatt/hora) em todos os submercados, conforme dados disponibilizados pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia). O valor máximo possível é de R$ 1.611/MWh.  Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), o CMO (Custo Marginal de Operação) deve chegar a R$ 4.870/MWh entre 21h e 21h30. Isso se deve a uma previsão de aumento de carga, da ordem de 1,3 GW (gigawatts), devido à elevação de temperatura, ao mesmo tempo que há uma redução da geração eólica, em torno de 2,9 GW, em comparação ao mesmo horário da noite anterior.

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Por Leticia Fucuchima SÃO PAULO, 4 Fev (Reuters) – Projetos de data centers que somam cerca de 7 gigawatts (GW) de capacidade tiveram pedidos de ‍conexão à rede elétrica nacional formalizados ao ‌Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), após o governo ter editado um decreto alterando a sistemática para que grandes consumidores e geradores acessem a transmissão de energia. Na ​lista de aprovações, ​divulgada pelo órgão ⁠nesta semana, constam empreendimentos de provedoras de infraestrutura ‍do setor, como a Odata, cuja dona ⁠Aligned Data Centers foi comprada pela BlackRock e um grupo apoiado por Nvidia, e a Ascenty, controlada por Brookfield e ⁠Digital Realty. Também aparecem projetos de data centers em ​nome de companhias elétricas, como Axia, Serena, e Atlas Brasil, da gestora global GIP. A conexão à rede elétrica é um elemento-chave para ‌viabilizar a construção de novos data centers, que são grandes consumidores de energia. O espaço para receber esses empreendimentos no sistema elétrico nacional é uma das vantagens do Brasil em relação a outros mercados que buscam expandir rapidamente os investimentos em data centers — nos EUA, por exemplo, a questão se tornou um gargalo. Ao todo, 38 projetos de data centers tiveram suas ‌solicitações de acesso aceitas pelo ONS, somando cerca de 7,04 GW. A maioria está concentrada no Sudeste, especialmente no Estado de São Paulo, com 20 empreendimentos totalizando 3,9 GW. Esses pedidos se referem a projetos que já tramitavam ‍no Ministério de Minas e Energia antes de o governo editar, em dezembro do ano passado, decreto criando uma nova política para ⁠que grandes consumidores e geradores de energia possam se conectar à rede de transmissão nacional. Conforme o decreto, os projetos que já ‌haviam sido encaminhados ao governo poderiam continuar o processo sob a regra anterior, desde que apresentassem garantia financeira. Já empreendimentos futuros que precisem se conectar à rede elétrica, tanto de grandes cargas como de geração, precisarão concorrer ‍pelos acessos em uma ⁠espécie de “leilão”, que ocorrerá em temporadas periódicas abertas pelo ONS.Continua após a publicidade Além dos data centers, o ONS também aprovou a emissão de pareces de acesso para cinco solicitações relativas a projetos de hidrogênio verde, empreendimentos industriais ou de mineração, no total de 258,6 MW. O ONS destacou que os projetos aprovados ainda serão avaliados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) quanto à necessidade de elaboração, revisão ou de dispensa de apresentação do Estudo de Mínimo Custo Global (EMCG).

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